Qual é a importância da Central Eletrônica em uma Unidade de Água Gelada?

Tipicamente, uma Unidade de Água Gelada - UMAG - tem o papel de equipamento auxiliar ou periférico. Isto porque deve fornecer de maneira contínua e confiável água a uma temperatura pré-estabelecida para resfriar um ponto de uma máquina principal onde há geração de calor. Exemplificando, os moldes de injetoras de plástico tem passagens internas nas quais deve circular a água gelada. Enquanto os parâmetros operacionais da injetora precisam ser ajustados toda vez que há uma troca de molde ou de resina plástica, a temperatura da água gelada normalmente deve permanecer constante a 10ºC. Um cliente disse certa vez que a UMAG é boa quando é “só ligar e esquecer que ela existe”.

Após analisar as características do mercado brasileiro a Mecalor decidiu, há muitos anos, desenvolver uma Central Eletrônica dedicada com o objetivo de atender aos seguintes requisitos básicos:

» Simples de operar – com o acionamento de um único comutador industrial (botão giratório liga/desliga) o operador deve ser capaz de ligar e desligar a UMAG.

» Ajuste de setpoint – para ajustar a temperatura da água gelada não deve ser necessário ler a Instrução de Operação, bastando pressionar uma tecla de setpoint e teclas de incremento/decremento facilmente identificáveis no frontal da Central Eletrônica.

» Proteção na partida – caso haja anomalias na partida, tais como fase elétrica invertida ou faltante, tensão, falta de água no reservatório da UMAG ou água de condensação inadequada, a Central deve garantir que a UMAG esteja protegida, não entrando em operação e sinalizando a falha.

» Indicação de parâmetros operacionais – o operador deve ter o recurso de conferir facilmente a temperatura de saída e de retorno da água gelada, o setpoint, qual dos compressores está funcionando e a capacidade em operação. Deve poder também fazer um teste de LED´s.

» Diagnóstico de falhas – se porventura houver alguma falha deve haver um sinal sonoro (e possibilidade de sinalização remota) bem como indicação visual clara de todas as possíveis falhas que podem ocorrer. A indicação luminosa deve permanecer acesa mesmo quando o alarme sonoro é desligado. Deve haver um adesivo com um Diagnóstico de Falhas para auxiliar na identificação e correção de defeitos.

» Confiabilidade e facilidade de manutenção – a Central Eletrônica deve ser projetada para operar 24 horas por dia em ambiente industrial. Deve também ser submetida, antes de ser montada, a um ciclo de “burn-in” para a detecção de falhas prematuras. A substituição da Central deve ser tão fácil que o próprio operador tenha condições de remover e substituir uma Central defeituosa.

» Monitoração remota – deve estar disponível o recurso de liga/desliga remoto e de transmissão de sinal de falha para um sistema supervisório central.

Nós acreditamos que a Central Eletrônica é o coração da UMAG. Normalmente, basta acionar o comutador de liga/desliga e observar de longe o bom desempenho da UMAG. Entretanto, é bom saber que na eventualidade de uma falha seremos avisados pelo alarme sonoro, poderemos identificar rapidamente o motivo da anomalia, teremos boas chances de resolver o problema lendo o Diagnóstico de Falhas e, se tudo der errado, seremos atendidos no mesmo dia pelo técnico da Assistência Técnica que solucionará o problema na primeira visita.

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Atualizado em 02/06/10

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